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Uma forma fácil para quem procura por serviços relacionados à segurança do trabalho. 

 

A proposta do guia sst é reunir todos tipos de serviços em um só lugar, facilitando para quem precisa fazer orçamentos e que necessita de um tipo de serviço ou profissional especifico.

Empresas e Serviços em um só lugar

 

Nosso objetivo é ter uma diversidade de serviços e profissionais cadastrados, facilitando assim para que empresas possam fazer orçamentos e encontrar profissionais de forma fácil.

 

 

guia sst - empresa e serviços em segurança do trabalho

Facilidade para quem busca serviços

Quem busca serviços relacionados à segurança e medicina ocupacional terá toda praticidade para encontrar tudo que necessita além de cotar melhores preços e ofertas em um só lugar.

 

Bom para quem presta serviços

Se você presta serviços na área de seguranca do trabalho, aproveite para cadastrar e promover seus serviços no Guia SST.

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Cursos de Qualificacao para Segurança do Trabalho 2019

Cursos de Qualificacao para Segurança do Trabalho 2019

 

Já adianto que, em uma pesquisa divulgada pela globo.com afirma que a segurança do trabalho desponta como mercado em expansão e praticamente imune à crise.

 

Ainda, completa que o setor tem boas oportunidades e salários atraentes, segundo os especialistas.

 

Mercado para Segurança do Trabalho

 

No Brasil, sua importância cresce a cada ano com o desafio de reduzir o número de acidentes de trabalho em empresas e instituições.

 

Cresce o numero de Acidentes do Trabalho

 

Segundo dados do Observatório Digital da Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), citados em matéria da Agência Brasil, até o dia 27 de abril de 2018 o País já tinha registrado 653 mortes em acidente do trabalho.

 

Ou seja, pouco mais de cinco mortes causadas por acidentes de trabalho por dia em 2018!

 

Além disso, em apenas 117 dias do ano, tinham sido registrados 184.519 acidentes de trabalho – uma média de 1.577 acidentes por dia.

 

Média Salarial do Técnico em Segurança do Trabalho

 

A média salarial do Técnico em Segurança no Trabalho ficou em torno de R$ 2.575,94 no mercado de trabalho brasileiro para uma jornada de trabalho de 43 horas semanais de acordo com o CAGED do TEM.

 

Pesquisa do período de 03/2018 até 10/2018 com um total de 49230 salários.

 

A importância da Qualificação Profissional

 

A cada momento que passa o mercado de trabalho fica mais exigente e isto está fazendo com que as pessoas estejam cada vez mais preparadas para essas mudanças que ocorrem quase que diariamente.

 

Quando um mercado cresce, a demanda de profissionais aumenta, fazendo com que aja mais profissionais do que vagas.

 

Muitos Profissionais, poucas vagas.

 

Com grande número de profissionais no mercado, empresas acabam tendo a opção de filtrar melhor o profissional.

 

As vezes aparecem 100 profissionais para apenas 1 vaga.

 

Empresas ficam mais exigentes

 

Com alta demanda de profissionais, as empresas visam o técnico em segurança do trabalho que possue atributos extras e diferenciados. Ou seja, que irá agregar mais para a empresa.

 

Qualificações em destaque para 2019

 

A formação em perícia trabalhista tem sido um grande atrativo e diferencial para os profissionais.

 

Muitas empresas vem sofrendo prejuízos com ações trabalhistas, e não possuem um assistente técnico em perícia que acompanhe e possua conhecimento.

 

O técnico em segurança do trabalho, que possui formação em assistente técnico em pericia trabalhista, com certeza terá mais chances de ser contratado.

 

Assistente Técnico em pericias

 

Você pode fazer o custo em formato ead com certificação, um dos cursos que indicamos é o curso a distância totalmente online : Formação em Pericias Trabalhistas

 

PNL e Liderança

 

Você pode possuir todas as qualificações do mundo, mas se não conseguir criar um bom relacionamento com a equipe e os colaboradores da empresa, você não conseguirá ter resultados.

 

Saber lidar com pessoas é a chave de ouro para o novo século.

Há pessoas que já nascem com esse dom, mas também é possível adquirir ele.

 

Uma das formas é aprendendo e dominando o PNL . Se quer saber mais e dominar com maestria, nós indicamos esse curso rápido e online Curso Recursos da PNL para o dia a dia

 

Escolha uma Norma NR.

 

O dever do técnico em segurança do trabalho é conhecer e entender todas as normas de segurança do trabalho.

 

Um diferencial é você se especializar em uma delas. Por exemplo: Se você se identificou com a NR 10 Instalações Elétricas, busque se especializar nela.

 

Faça cursos de reciclagem, treinamentos, leia mais.

 

O grande diferencial é entender todas e ser especialista em uma.

 

Sugestões de Cursos

 

Abaixo, vamos deixar algumas sugestões de cursos de qualidade, em sua maioria online, com praticidade e baixo custo.

 

 

È isso ai, se gostou, compartilhe esse artigo com seus amigos.

 

 

Falta de investimento em segurança do trabalho

Empresas no Brasil, de origem pública, privada ou não governamental, devem atender a rígidas normas de segurança e saúde do trabalho. São no total 36 Normas Regulamentadoras (NR) que regem o SST no Brasil, obrigando que as organizações atendam requisitos de segurança. Esses requisitos são vistos como muito benéficos aos funcionários, mas que ainda é, infelizmente, cegamento visto pelas empresas simplesmente como custo.

A falta de investimento das empresas na saúde e segurança do trabalho gera efeitos preocupantes na sociedade, ao governo, aos funcionários e às próprias empresas.

Postos não ergonômicos geram problemas de LER/DORT, perda de rendimento ao final do expediente, passivos trabalhistas, tratamento médicos, afastamentos, indenizações e obrigações legais. O investimento em posições ergonômicas, mesmo que a um custo alto inicialmente, proporciona mais conforto ao trabalhador, melhor desempenho das atividades e redução dos problemas de LER/DORT, quando conjulgados a uma ginástica laboral e acompanhamento médico através do PCMSO.

Falta de qualidade nos exames do PCMSO (Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional). Para realização de um completo exame, o médico do trabalho (ou na maioria dos casos um clínico geral) deve conhecer a empresa e os postos de trabalho, e com base nessa informação, realizar o exame do PCMSO iniciando com uma análise clínica, anamnese ocupacional, e finalizando com outros exames necessários conforme a função. Por muitas vezes os exames do PCMSO são realizados rápidos demais ou são negligenciados, e há uma falsa impressão que alguns cargos não contém riscos ocupacionais ao trabalhador. A anamnese é ainda mais importante para conhecer o histórico do trabalhador e ajuda na detectação de problemas anteriores que podem ser agravados em um novo trabalho/cargo.

Impactos no Instituto Nacional do Seguro Social. O INSS historicamente tem problemas de falta de contingente para atendimento a um número cada vez maior de funcionários que precisam ser afastados por motivo de acidente do trabalho (acidente de trabalho típico, acidente de trajeto e doença ocupacional). Com uma demanda tão grande de atendimento, atrelado aos servidores sobrecarregados, há uma evidente falta de qualidade na perícia, que está comprometendo a decisão de afastamento/retorno do trabalho. E é por esse mesmo motivo que o INSS acumula tantas ações contra o instituto sobre as decisões das perícias. Qualquer afastamento, por mais que necessário e fundamental para a recuperação da saúde, é um problema de exclusão social. Quer seja afastado por um período limitado ou aposentado, a falta de atividade acarreta em falta de desenvolvimento profissional, falta de atualização e dificuldade na recolocação caso isso ocorra. Detalhe: profissionais sobrecarregados não é um problema exclusivo do INSS, mas também o mesmo problema ocorre com a ausência de suficientes auditores do MTE para fiscalizações.

Trabalhos com produtos/processos cancerígenos. A NR possui seções exclusivas para proteger o trabalhador contra produtos cancerígenos (alguns exemplos: agrotóxicos, benzeno, amianto, radiação ionizante, radiação não ionizante, energia nuclear, formol, e etc). Para trabalho com esses produtos, é necessário um alto investimento e controles rígidos para minimizar qualquer impacto na saúde do funcionário, e acompanhamento constante do médico do trabalho. Há uma clara falta de cuidado dos funcionários com agentes tão perigosos à saúde, pois os efeitos de qualquer produto cancerígeno é a médio e a longo prazo. E também o SESMT e CIPA muitas vezes não estão preparados tecnicamente para proteção e o MTE não possui servidores suficientes para fiscalizar todas as empresas (a fiscalização é feita na maioria da ocorrências por denúncia pública).

Falta de conhecimento da legislação. Para conhecimento amplo em SST, é necessário conhecer o conteúdo das 35 NRs, da CLT, acordos sindicais, legislação municipal (estadual e federal também). Mas a dificuldade vai além da leitura de todo esse conteúdo, mas também da constante atualização dos conteúdos e da criação diária de novas leis e normas, muito delas inaplicáveis na prática, pois são criadas por pessoas sem experiência em segurança do trabalho. Nenhum cidadão brasileiro pode afirmar desconhecimento da lei por uma agrave ou crime, mesmo que seja muito complexo no Brasil pelos motivos citados acima.

Insalubridade. Adicionais de Insalubridade são pagos para funcionários que trabalham em funções que geram problemas à saúde, e o adicional é pago em percentual (10%, 20% ou 40%) sobre o salário mínimo regional/nacional. Muitas organizações ainda preferem o pagamento ao funcionário do adicional insalubridade ao invés do investimento em melhorias no posto do trabalho. Porém muitas empresas também esquecem do passsivo trabalhista envolvido, com tratamentos médicos, causas trabalhistas e afastamentos.

CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e SESMT (Serviços Especializados em Segurança e Medicina do Trabalho) passivos. A passividade é originada por vários motivos, tais como: falta de apoio da alta direção; falta de qualidade de formação do quadro do SESMT (principalmente médicos do trabalho; engenheiros e técnicos de segurança); CIPA com fins somente de estabilidade de emprego (para eleitos); falta de conhecimento das NR’s; falta de EPI’s ou EPC’s adequados; entre outros problemas. Essa passividade gera problemas de ocorrências de acidentes do trabalho; aumento dos índices de pedidos de afastamento no INSS; notificações em fiscalizações do MTE; aumento do número de CAT emitidas e de atendimentos hospitalares em decorrência de acidentes do trabalho; e acréscimo de causas trabalhistas na justiça do trabalho.

Ausência de EPIs (Equipamento de Proteção Individual) adequados. A NR-06 obriga as empresas a fornecerem gratuitamente os EPIs adequados a função aos funcionários, desde que tenham CA válido. Também é obrigação das empresas o treinamento, manutenção e cobrança de uso dos EPIs. Porém, é comum observar na empresa a compra de EPIs somente pelo custo, não observando em nenhum momento os benefícios e os riscos ao trabalhador. Não esquecendo que a falta de EPIs é um dos problemas mais citados em causas trabalhistas (falta de ficha de entrega do equipamento, fornecimento de EPIs através de cobrança financeira, falta de equipamentos ou EPI inadequado a atividade).

Houve uma clara evolução na SST no Brasil, principalmente nos últimos 10 anos. Melhorias foram significativas, porém ainda insuficientes em comparação com a União Européia e países como Japão, EUA e Canadá. Há um longo caminho, mas é claro que quanto maior o investimento em ações sérias de SST, maior o retorno em resultados, produtividade e na confiança de investidores.